Blog da LEMA

Engenharia de Alimentos, Empreendedorismo e afins

É quase química?

Aqui no blog já foi comentado da importância da Engenharia de Alimentos (EA), definição, onde atua (aqui!) e até das atribuições (aqui!), mas o que é preciso ter para ser um engenheiro de alimentos? Diploma! O post de hoje aborda isso, vem conferir nossa lista!

 

 

Interesse

Apesar de ser uma profissão bem próxima da sociedade ainda há muitos mitos e desinformações acerca da EA, principalmente aqui no Brasil onde há um mito de que a Indústria de Alimentos é a grande vilã da história (Vamos ter senso crítico, pfvr!).

 

Por isso, o interesse precisa florescer de alguma forma e a escolha do curso geralmente ocorre por:

  • Pesquisas em sites de vestibular

  • Conversas com pessoas próximas/relacionadas à área de alimentos

  • Afinidade na escola por matemática, química e biologia (não necessariamente as três disciplinas)

  • O sentimento de dúvida entre as engenharias e as biológicas

 

Por ter um nome composto, Engenharia de Alimentos, é intuitivo achar que na faculdade serão obtidos os conhecimentos da tal engenharia e da tal biologia (representada por alimentos). Check, e é isso mesmo!

 

Faculdade

Depois do interesse pulsando vem a pergunta onde irei estudar? (Momento Enem is coming). Atualmente no Brasil há aproximadamente 75 Instituições de Ensino (públicas e privadas) que oferecem o curso em diferentes regiões do país então o problema não é falta de opção (talvez de vaga).

A lista completa está no site da ABEA (aqui!), que é a Associação Brasileira de Engenheiros de Alimentos.

 

Formação acadêmica

O curso de Engenharia de Alimentos tem duração, em média, de 5 anos e as disciplinas da grade curricular são da área de exatas (como qualquer engenharia), de biológicas (o tal de alimentos) e de humanas garantindo assim a formação de caráter integrado e bem vasto.

 

Na grade curricular tem as disciplinas de exatas, como cálculos, estatística, físicas, químicas, físico-química, termodinâmica, fenômenos de transporte, operações unitárias e afins. As de biológicas, como microbiologia, bioquímica, nutrição, toxicologia de alimentos e afins. As de humanas, como economia, administração e legislação. E as específicas, como as tecnologias de alimentos, embalagem, análise sensorial, química de alimentos e outras.

 

Na vida acadêmica há diferentes oportunidades, a depender da Instituição, para crescimento pessoal e profissional, como as iniciações científicas, empresas juniores, as ligas estudantis, atuação em centros acadêmicos e diferentes projetos de extensão.

 

Por isso, o conhecimento adquirido é bem multidisciplinar e envolve conteúdos de diferentes cursos tornando a Engenharia de Alimentos única e muito importante para a sociedade.

 

Mercado

Já com o diploma nas mãos (you win!) é possivel atuar em diferentes ramos da área (as atuações regulamentadas estão nesse post aqui), podendo ser a indústria de alimentos, a indústria de matérias primas, processos e equipamentos da área alimentícia, órgãos regulatórios, instituições públicas, empresas do ramo e até empreender na área #EngenheirosEmpreendedores.

 

Não é uma trajetória fácil, mas os desafios da caminhada são experiências agregadoras. Curtiu o post? Divulga por aí, quem sabe o texto possa inspirar outras paixões pela área. Até o próximo post!

 

Referências bibliográficas

Associação Brasileira dos Engenheiros de Alimentos - ABEA. Disponível em: <www.abea.com.br/home>

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